Silêncio. Presença. Ser.
QUEM SOU?
Olá, sê bem-vind@
Sou a Elisabeth Sofia Borges Ferreira.
Humana, Mãe, Alma inquieta — a transformar a dor em Presença e o Silêncio
em Conexão Viva.
A minha história não é linear, mas foi nela que despertei para a Consciência que me habita e para o valor de habitar-me com verdade.
Caminho no sentido de honrar a vida que me transporta e viver em comunhão comigo mesma e com tudo que me rodeia.
Acredito que a dor não é um fim, mas um início.
Um convite para viveres mais perto de ti.

Quase entrei em Medicina — movida pelo amor ao meu irmão, que adoeceu gravemente pouco antes dos exames finais e, sem saber, mudou o rumo da minha vida.
Apesar da sua fragilidade, deixou-nos uma última frase antes de se silenciar:
“Sabes, mamã? A vida é bela.”
Essa frase ainda ecoa em mim.
Escolhi Engenharia Biomédica por ser próxima da Medicina, mas também por medo — num tempo em que buscava segurança e seguia modelos que ridicularizavam a Psicologia, a minha verdadeira paixão.
Ainda assim, mergulhei no mundo da ciência, investiguei, publiquei, criei.
Mas não me encontrei.
Foi nesse silêncio, entre números e evidências, que aprendi: o que observamos molda o que vemos.
E a Consciência transforma tudo.
Hoje reconheço esse percurso como solo fértil.
Foi ele que me ofereceu o rigor, a escuta e a ponte entre ciência e Alma.

Desde 2012, enquanto ainda trabalhava em investigação científica, comecei a dedicar-me à Consultoria de Imagem. Foi o primeiro passo consciente no caminho do Desenvolvimento Pessoal.
Rapidamente percebi o impacto que a imagem exterior tem sobre o mundo interior — e como tantas vezes serve de escudo para fragilidades não ditas.
Neste espaço de escuta e espelho, tornei-me testemunha da urgência de restaurar a Autoestima e o Amor próprio.
Foi aí que compreendi: a verdadeira escuta acontece além do que se vê.
É sustentar, com presença, a transformação por dentro.

Mais tarde trabalhei em hospitais de grande dimensão, em Londres e Zurique — ambientes intensos, onde cada gesto podia pesar entre a Vida e a Morte.
Ali vi o peso da burocracia a travar o cuidado e o medo escondido por trás de batas e uniformes. Todes apenas a tentar — de algum modo — sobreviver.
Recordo idoses esquecides no Natal, cuidadores que não atendiam chamadas e um casal que cantou para elus durante dois dias inteiros.
Recordo também uma peça de plástico minúscula a custar quase 400 francos — e a minha revolta diante de um sistema que trocava humanidade por protocolos.
Acabei por sair.
Não por escolha leve, mas porque uma sombra me empurrou: um abuso, um silêncio, uma porta fechada.
Foi duro.
Mas ali, no que parecia fim, começou outra coisa.
Uma ferida virou portal.

Quase entrei em Medicina — movida pelo amor ao meu irmão, que adoeceu gravemente pouco antes dos exames finais e, sem saber, mudou o rumo da minha vida.
Apesar da sua fragilidade, deixou-nos uma última frase antes de se silenciar:
“Sabes, mamã? A vida é bela.”
Essa frase ainda ecoa em mim.
Escolhi Engenharia Biomédica por ser próxima da Medicina, mas também por medo — num tempo em que buscava segurança e seguia modelos que ridicularizavam a Psicologia, a minha verdadeira paixão.
Ainda assim, mergulhei no mundo da ciência, investiguei, publiquei, criei.
Mas não me encontrei.
Foi nesse silêncio, entre números e evidências, que aprendi: o que observamos molda o que vemos.
E a Consciência transforma tudo.
Hoje reconheço esse percurso como solo fértil.
Foi ele que me ofereceu o rigor, a escuta e a ponte entre ciência e Alma.

Desde 2012, enquanto ainda trabalhava em investigação científica, comecei a dedicar-me à Consultoria de Imagem. Foi o primeiro passo consciente no caminho do Desenvolvimento Pessoal.
Rapidamente percebi o impacto que a imagem exterior tem sobre o mundo interior — e como tantas vezes serve de escudo para fragilidades não ditas.
Neste espaço de escuta e espelho, tornei-me testemunha da urgência de restaurar a Autoestima e o Amor próprio.
Foi aí que compreendi: a verdadeira escuta acontece além do que se vê.
É sustentar, com presença, a transformação por dentro.

Mais tarde trabalhei em hospitais de grande dimensão, em Londres e Zurique — ambientes intensos, onde cada gesto podia pesar entre a Vida e a Morte.
Ali vi o peso da burocracia a travar o cuidado e o medo escondido por trás de batas e uniformes. Todes apenas a tentar — de algum modo — sobreviver.
Recordo idoses esquecides no Natal, cuidadores que não atendiam chamadas e um casal que cantou para elus durante dois dias inteiros.
Recordo também uma peça de plástico minúscula a custar quase 400 francos — e a minha revolta diante de um sistema que trocava humanidade por protocolos.
Acabei por sair.
Não por escolha leve, mas porque uma sombra me empurrou: um abuso, um silêncio, uma porta fechada.
Foi duro.
Mas ali, no que parecia fim, começou outra coisa.
Uma ferida virou portal.
Maternidade & Renascimento

Aos 35 anos, tornei-me Mãe de uma Alma que transformou tudo.
Senti-a antes da conceção — como se já comunicássemos através de véus invisíveis.
Soube, desde aí, que precisávamos um do outro para crescer.
Mesmo com os desafios. Mesmo com a separação anunciada.
A força que ele traz rompe camadas de escuridão — de forma intensa, por vezes disruptiva.
Mas sempre com sentido.
Recordo o dia em que escolheu o próprio nome.
Batendo os pés no meu ventre, falou-me durante uma meditação.
Minutos depois, ambas as avós, sem saberem, sugeriram o mesmo nome.
Chamava-se “luz” — e talvez tenha sido sempre isso o que veio lembrar.
Ser Mãe tem-me ensinado sobre amor plural, fluidez nas relações
e a liberdade de viver além das formas.
Esta Alma trouxe cura a feridas antigas — revolta, rejeição, silêncio.
Este renascimento coincidiu com a mudança de rumo. E foi aí que o meu caminho deixou de ser busca — para se tornar encontro.
Maternidade & Renascimento

Aos 35 anos, tornei-me Mãe de uma Alma que transformou tudo.
Senti-a antes da conceção — como se já comunicássemos através de véus invisíveis.
Soube, desde aí, que precisávamos um do outro para crescer.
Mesmo com os desafios. Mesmo com a separação anunciada.
A força que ele traz rompe camadas de escuridão — de forma intensa, por vezes disruptiva.
Mas sempre com sentido.
Recordo o dia em que escolheu o próprio nome.
Batendo os pés no meu ventre, falou-me durante uma meditação.
Minutos depois, ambas as avós, sem saberem, sugeriram o mesmo nome.
Chamava-se “luz” — e talvez tenha sido sempre isso o que veio lembrar.
Ser Mãe tem-me ensinado sobre amor plural, fluidez nas relações
e a liberdade de viver além das formas.
Esta Alma trouxe cura a feridas antigas — revolta, rejeição, silêncio.
Este renascimento coincidiu com a mudança de rumo. E foi aí que o meu caminho deixou de ser busca — para se tornar encontro.

Desde cedo, a Escrita e a Pintura foram para mim refúgio e espelho — formas de escutar o que não se dizia, de acolher o que em mim ainda não sabia nome.
Hoje, quando pinto, entro num estado de Presença profunda. A tela deixa de ser apenas superfície: torna-se portal... Encontro guias, presenças, memórias e uma Força Maior.
Nesses instantes, tudo se funde: Eu, a tinta, o pincel, o espaço, o Silêncio. Sou, ao mesmo tempo, criadora e criação, instante e eternidade.
A arte revela-se como linguagem sagrada — canal de Cura, de Consciência, onde intenções se tornam forma e o invisível se manifesta.
Cada obra nasce do Agora. Carrega uma energia Viva e chega a quem precisa como convite à libertação e à transformação.
E assim compreendo, a cada gesto: tudo é Caminho, tudo é Vida em mim, tudo é Arte Viva.
Além da Arte, trabalho como Terapeuta. Ao longo do tempo, fui reunindo ferramentas que hoje integro de forma orgânica: PNL, Hipnoterapia, Hipnose Clínica e de Regressão, Hipnose Infantil, Reiki, Terapia Multidimensional, Coaching e Consultoria de Imagem.
Cada uma delas chegou no seu tempo e respondeu a perguntas que eu própria fazia. E é assim que continuam vivas — como extensões da Escuta, do Cuidado e da Presença.
O estudo não parou. Nem o processo de aprendizagem interior, que vem sobretudo da atenção ao que sinto, ao que vivo, ao que me atravessa. Esse tem sido o verdadeiro caminho: observar a vida em mim e reconhecer nela um sentido cada vez mais profundo.
Com o tempo, relembrei uma sensibilidade que tinha em criança — e que me permite acompanhar quem chega de forma mais intuitiva e profunda. Chamaram-lhe dom. Hoje sei que é apenas expressão da Vida, como tantas outras que todes temos e esquecemos.
O que me move é simples: lembrar que há um centro vivo em cada ser. E que é possível voltar a ele — com Dedicação, Presença e Escuta. É isso que facilito: um regresso ao centro onde mora a tua Expressão mais autêntica, a tua Liberdade e a Força de seres quem és, sem máscaras.


Desde cedo, a Escrita e a Pintura foram para mim refúgio e espelho — formas de escutar o que não se dizia, de acolher o que em mim ainda não sabia nome.
Hoje, quando pinto, entro num estado de Presença profunda. A tela deixa de ser apenas superfície: torna-se portal... Encontro guias, presenças, memórias e uma Força Maior.
Nesses instantes, tudo se funde: Eu, a tinta, o pincel, o espaço, o Silêncio. Sou, ao mesmo tempo, criadora e criação, instante e eternidade.
A arte revela-se como linguagem sagrada — canal de Cura, de Consciência, onde intenções se tornam forma e o invisível se manifesta.
Cada obra nasce do Agora. Carrega uma energia Viva e chega a quem precisa como convite à libertação e à transformação.
E assim compreendo, a cada gesto: tudo é Caminho, tudo é Vida em mim, tudo é Arte Viva.

Além da Arte, trabalho como Terapeuta. Ao longo do tempo, fui reunindo ferramentas que hoje integro de forma orgânica: PNL, Hipnoterapia, Hipnose Clínica e de Regressão, Hipnose Infantil, Reiki, Terapia Multidimensional, Coaching e Consultoria de Imagem.
Cada uma delas chegou no seu tempo e respondeu a perguntas que eu própria fazia. E é assim que continuam vivas — como extensões da Escuta, do Cuidado e da Presença.
O estudo não parou. Nem o processo de aprendizagem interior, que vem sobretudo da atenção ao que sinto, ao que vivo, ao que me atravessa. Esse tem sido o verdadeiro caminho: observar a vida em mim e reconhecer nela um sentido cada vez mais profundo.
Com o tempo, relembrei uma sensibilidade que tinha em criança — e que me permite acompanhar quem chega de forma mais intuitiva e profunda. Chamaram-lhe dom. Hoje sei que é apenas expressão da Vida, como tantas outras que todes temos e esquecemos.
O que me move é simples: lembrar que há um centro vivo em cada ser. E que é possível voltar a ele — com Dedicação, Presença e Escuta. É isso que facilito: um regresso ao centro onde mora a tua Expressão mais autêntica, a tua Liberdade e a Força de seres quem és, sem máscaras.



Aqui encontras um espaço onde o Silêncio é escutado,
a Presença é sentida e o Ser é acolhido na sua totalidade.
Convido-te a caminhar comigo por esta via de Arte, Cura e Consciência,
onde Ciência e Intuição dão as mãos, para que possas libertar o que te prende,
descobrir o que És e criar uma vida mais alinhada com a tua Essência.
Se sentes que chegou a hora de mergulhar em Ti,
eu estou aqui para facilitar a tua jornada.



Aqui encontras um espaço onde o Silêncio é escutado,
a Presença é sentida e o Ser é acolhido na sua totalidade.
Convido-te a caminhar comigo por esta via de Arte, Cura e Consciência,
onde Ciência e Intuição dão as mãos, para que possas libertar o que te prende,
descobrir o que És e criar uma vida mais alinhada com a tua Essência.
Se sentes que chegou a hora de mergulhar em Ti,
eu estou aqui para facilitar a tua jornada.
Que possas sentir o pulsar da Presença que habita em Ti,
a força que te guia para além do conhecido,
o Silêncio que revela a tua Essência mais pura.
Que esta jornada seja um abraço suave,
um reencontro, um despertar de Amor e Consciência.
Aqui, não estás só.
O Agora é o nosso lugar sagrado, onde tudo acontece,
onde o Ser se encontra em cada Respiro.
Vem em Silêncio
Ou como o🤍sentir.
Que possas sentir o pulsar da Presença que habita em Ti,
a força que te guia para além do conhecido,
o Silêncio que revela a tua Essência mais pura.
Que esta jornada seja um abraço suave,
um reencontro, um despertar de Amor e Consciência.
Aqui, não estás só.
O Agora é o nosso lugar sagrado, onde tudo acontece,
onde o Ser se encontra em cada Respiro.
Vem em Silêncio
Ou como o teu 🤍sentir.
Alma Mater Art 7 – por Elisabeth Borges
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Vem em Silêncio 🤍